26 de out de 2011

A técnica do pecado

Escute essas palavras...
Pule tão alto quanto puder
Dance tão loucamente quanto puder

A vida não está indo a lugar algum. Ela está simplesmente dando um passeio matinal.
Escolha onde todo o seu ser estiver fluindo, onde o vento estiver soprando. Mova-se nesse caminho até onde ele levar e jamais espere encontrar algo.
Nunca espere alguma coisa – assim, não existe surpresa: tudo é surpresa. E não existe desapontamento: tudo é “apontamento”.
Se acontece, bom; se não acontece, melhor ainda!
Tente perceber...
É bom cair algumas vezes, machucar-se, levantar-se novamente – perde-se algumas vezes.
Não há problema. No momento em que você perceber que se perdeu, volte. A vida precisa ser aprendida por tentativa e erro.
O pecado é uma técnica das pseudo-religiões.
Uma religião verdadeira de modo algum tem necessidade do conceito. A pseudo-religião não pode viver sem o conceito de pecado, pois ele é a técnica de criar culpa nas pessoas.
Você terá de entender toda a estratégia do pecado e da culpa. A menos que você faça uma pessoa se sentir culpada, você não pode escravizá-la psicologicamente.
É impossível aprisioná-la numa certa ideologia, num certo sistema de crença.
Mas, uma vez criada a culpa em sua mente, você tira tudo o que é corajoso na pessoa, destrói tudo que é aventureiro nela.
Você reprimiu toda a possibilidade dela ser um indivíduo com seu direito próprio.
Com a idéia de culpa, você praticamente assassinou o potencial humano nela. Ela jamais poderá ser independente.
A culpa a forçará a ser dependente de um messias, de um ensinamento religioso, dependente de Deus, dos conceitos de céu e inferno e de todas essas coisas.
E para criar culpa tudo o que você necessita é algo muito simples: comece a chamar os enganos e erros de pecados.

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